quinta-feira, fevereiro 28, 2008

O programa para amanhã:

Formada no final de 2002, em Lisboa, a feromona é rock. Não o rock'n'roll primordial, mas um seu derivado - um descendente longínquo - diluído em muitas outras coisas e vincadamente português - sem nunca renegar as inspirações de origem anglo-saxónica. Power-trio minimalista, a feromona não esconde que já bebeu grunge, punk-rock ou pop dos 80's. Mas também já comeu aos balcões das tascas onde se canta o fado e já se apaixonou por muita bailarina de tango. A velocidade do som contrasta com a serenidade do estilo. A distorção (mais rara) surge, a espaços, ao lado de melodias límpidas e simples. Um baixo marcado e criativo aconchega a guitarra - mais melódica e concreta do que espásmica ou psicadélica -, sobre uma bateria dinâmica e bem temperada. E é sobre este estrado musical que a voz surge, num misto de fragilidade e determinação, entoando letras que contam histórias de personagens.

Quando: 29 Fevereiro/ 23'H

Onde: Fábrica do Braço de Prata

Pepsi Challenge (ou monstros mais monstros não há!)

Vs.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

(e depois disso já se tinha ido a frescura do banho e tinha as bochechas encarnadas de correr ao frio)


...Acabadas de jantar e a subir a rua Garret, no Chiado, na palhaçada habitual de quem espera uma noite fantástica, ao chegar precisamente à brasileira, mesmo lá no topo da rua, lembro-me - O MEU TELEMÓVEL!!

…e tudo me volta à mente; o jantar, a galhofa, a casa de banho e o TELEMÓVEL EM CIMA DO SUPORTE DO PAPEL HIGIÉNICO da segunda casa de banho dos armazéns do Chiado!

Desato a correr rua abaixo, enquanto ao mesmo tempo penso que já devem estar a desvendar os meus segredos mais profundos; a ouvir as músicas, a ver as fotografias proibidas, a ler as mensagens secretas…

Esbaforida, já nos aos armazéns, confronto-me com as estúpidas escadas rolantes a descer em vez de a subir ao andar da casa de banho, ( isto para ser mais dramático era ver-me subir as escadas ao contrário, mas não, ainda tinha um pouco de self awareness para me aperceber que fazer isso seria simplesmente PARVO) meto-me no elevador.

Chego finalmente lá acima, quase arrombo a porta da casa de banho. Nada. Pergunto a toda a gente que lá está se o viram.

Nada.

Já sem esperança, saio de lá. As ideias mais absurdas andam aos pinotes pela minha cabeça. Absurdas estilo andar de mesa em mesa a perguntar se alguém teria visto meu telemovel.

…quando, de repente, lá ao fundo, uma rapariga segura algo na mão e entrega ao segurança aquilo me depressa me apercebo ser o meu pequeno.

Tenho sorte e recupero-o.



...E quem também tem sorte é quem não se esquece do telemovel para eu achar e nunca mais o devolver.

(…é por isto que gostaria de agradecer à rapariga que o encontrou e devolveu por ter sido tão honesta. Muito obrigada;))

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Epá, desculpem lá, não resisti


True stories ou Retalhos de uma vida tramada




"Professora, o meu nome não é MILÉNIO CABRAL LOPES?

-Sim, porquê?

-Porque ele tá a dizer que é MILÉNIO BCP!"

BACK!




Pois é. Acabaram os 30 dias, mas não sem eu, no dia nº 29 lá ir e deixar o ultimato de que no dia 30 estaria lá e de lá não sairia de mãos a abanar. Pedi o número de telefone, para o caso de me apetecer massacrá-los entretanto, e segui para casa.



No dia seguinte, de manhã, liga-me uma senhora a dizer que o meu computador não estava pronto e que, por isto suceder, teria direito ao reembolso do valor total do portátil.



Adivinham o que aconteceu depois?